Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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O programa JOBE Angola – Jovens e Oportunidades de Bons Empregos, promovido pelo Executivo angolano e implementado através do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), está a consolidar-se como uma das principais ferramentas públicas de combate ao desemprego juvenil no país. Inicialmente lançado em Luanda e posteriormente expandido a várias províncias, o projeto aposta na formação profissional, estágios, empreendedorismo e facilitação do acesso ao mercado de trabalho.

Enquadrado na Agenda Nacional de Emprego e apoiado pelo Fundo Nacional de Emprego (FUNEA), o JOBE procura responder a um dos maiores desafios sociais de Angola: a elevada taxa de desemprego entre os jovens e a dificuldade de integração de recém-formados e trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

Os números divulgados pelas autoridades mostram uma evolução significativa. Em agosto de 2025, o programa contabilizava 26.882 beneficiários e a criação de 6.168 postos de trabalho diretos, distribuídos por várias províncias do país, incluindo Luanda, Benguela, Huambo, Huíla, Bié, Namibe, Malanje, Zaire e Bengo.

Já em fevereiro deste ano, dados oficiais indicavam que o JOBE tinha ultrapassado a barreira dos 32 mil jovens beneficiados em todo o território nacional, demonstrando a rápida expansão da iniciativa.

Para além da criação de emprego, o programa inclui medidas como formação técnico-profissional, atribuição de kits de trabalho, apoio ao microcrédito e inserção em projetos comunitários ligados ao saneamento, manutenção urbana e serviços públicos locais.

Embora persistam desafios ligados à capacidade de absorção do mercado e ao acompanhamento dos beneficiários, o JOBE começa a afirmar-se como um dos instrumentos centrais da política social e laboral angolana, particularmente em Luanda, onde a pressão demográfica e o desemprego juvenil continuam entre as maiores preocupações das autoridades.

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