O Ministério da Administração Interna (MAI), liderado por Luís Neves, de 60 anos, rejeitou as acuações de ilegalidades na gestão da rede SIRESP, durante a presidência de Paulo Viegas Nunes. “Não existe qualquer impedimento” à idoneidade do exercício de funções do acusado.
“A SIRESP S.A. foi alvo de uma auditoria, visando o período de 2022-2024, resultando de uma denúncia apresentada por um ex-vogal. As conclusões são públicas (dezembro de 2024) e não apontaram ilegalidades. As desconformidades de procedimentos identificadas foram integralmente corrigidas, conforme é referido no relatório”, refere o MAI, numa nota enviada à Lusa.
O ministério assegurou ainda que “as alegadas situações foram inteiramente escrutinadas na auditoria” da Inspeção Geral das Finanças. O MAI sustentou que “não existe qualquer impedimento, reserva institucional ou decisão que coloque em causa a idoneidade” do general do Exército Paulo Viegas Nunes para o exercício das funções.
Em causa, está a demissão do secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, por alegar “graves irregularidades” na gestão da SIRESP SA, durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes. A demissão surgiu depois de Paulo Viegas Nunes ter sido eleito novamente para a presidência da empresa, esta sexta-feira, 22.